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PSICOTERAPEUTA ANA CRUZ

“O conhecimento de qualquer tipo causa uma mudança na consciência de onde é possível criar novas realidades." Deepak Chopra
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5 motivos pelos quais você pede “conselhos” para alguém

Problemas?! Ligue SAP

De um modo geral, as pessoas têm uma ideia muito errada sobre “conselho”. Já dizia o velho ditado que ‘se conselho fosse bom, não se dava, se vendia’. E eu concordo.

Conselho não é “achismo” e muito menos opinião pessoal.

(Atire a primeira pedra quem nunca (falou) ouviu alguém dizer: “olha, eu acho que… se eu fosse você faria assim…”)

Conselho não é julgamento e muito menos formulação de respostas prontas.

(Atire a segunda pedra quem nunca (falou) ouviu alguém dizer: “mas como você pôde fazer isso… agora você deve fazer assim…”)

Aconselhar alguém exige a capacidade de análise fria, de identificar todos os elementos que envolvem determinada situação.

(Tenha a certeza de que, por melhor que sejam as intenções, seu amigo irá se apegar apenas ao que você está dizendo, desconsiderando totalmente a visão do todo.)

Aconselhar alguém exige conhecimento técnico específico de forma a levar o aconselhado a buscar dentro de si as respostas que procura.

(Tenha a certeza de que seu amigo provavelmente seguirá a linha da adivinhação e do ‘achismo’ e irá te passar um desfecho que ele acredita ser o melhor, mas desconsiderando que é você quem deve deixar a preguiça de lado e parar para pensar.)

Aconselhar alguém exige o desprendimento do seu campo de visão. Há pessoas que apresentam esta capacidade ao natural, porém, até que ponto vale o risco? Você saberá distinguir? E você, tem essa capacidade para aconselhar alguém?

Aconselhar alguém exige ausência do seu Eu e a aptidão de colocar-se no lugar do outro, deixando de lado as suas referências, experiências e frustrações.

telefonista SAP

Se você está com problemas e busca um conselho de alguém, digo que o seu inconsciente (que é quem realmente manda na história) na verdade está caçando:

  1. Um porto seguro para a sua indecisão (medo e insegurança são grandes amigos, e aqui entra o tal do ‘eu não sei para qual lado eu sigo, não sei o que fazer’)
  2. Um responsável pelas consequências ( o famoso ‘faço o que o outro diz e caso dê errado, apesar de ser a minha vida, a culpa não é minha, é dele’)
  3. Uma reafirmação da sua decisão (quando a teimosia diz ‘só preciso ter certeza de que estou no caminho certo, logo, preciso de alguém que me diga ‘é isso aí, vai fundo’)
  4. Uma referência de orientação de vida (geralmente pessoas que apresentam a ausência de orientação dos seus pais ao longo da sua existência, buscam nos outros o que os seus responsáveis não ofereceram e aqui entra a célebre frase ‘me dá um conselho’)
  5. Uma alusão a uma autoridade (geralmente pessoas que tiveram pelo menos um de seus pais com perfil autoritário e impositivo, desenvolvem a necessidade de sempre ter alguém para ‘mandá-lo’ fazer algo e não conseguem pensar por si só e tornam-se dependentes da direção alheia)

Todo aquele que não tem capacidade de administrar os seus próprios problemas, provavelmente não será capaz de aconselhar ninguém. (À propósito, você sabe a real diferença entre problemas e dificuldades?)

Ou seja, ao invés de procurar um amigo, procure alguém que realmente tenha condições para ajudá-lo.

Procure um profissional. Procure o aconselhamento psicanalítico. E liberte-se.

Ou viva de opiniões alheias. E aprisione-se.

A escolha é sua.

Ligue SAP – serviço de aconselhamento psicanalítico.

Grande abraço,

Ana Cruz – psicanalista

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