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PSICOTERAPEUTA ANA CRUZ

“O conhecimento de qualquer tipo causa uma mudança na consciência de onde é possível criar novas realidades." Deepak Chopra
seja bem-vindo

“Quero me separar dela, mas penso no meu filho”

Recebi um e-mail de um leitor do blog pedindo um conselho sobre uma situação muito comum. O desejo de se separar da esposa, juntamente com o medo diante do único filho do casal.

“Oi Ana! Adoro seu blog e o seu estilo simples de escrever, é fácil de entender e a gente se identifica e se sente à vontade para falar. Parabéns! Ana, me ajuda estou numa situação bem difícil, quero me separar da minha esposa mas ao mesmo tempo tenho um puta medo por causa do nosso filho, porque ele ainda é pequeno tem só quatro aninhos. Te digo que cheguei no meu limite com ela. Todos esses anos sendo o mais tolerante, o mais paciente do mundo e cansei. Eu pensava que não ía conseguir tocar minha vida sem ela mas percebi (lendo os teus textos hein!) que não é bem assim. Um dia você publicou no facebook que relacionamento não é um único corpo e ali me caiu a ficha. Não era mais amor, era a dependência que ela tanto queria pra manter as aparências do ‘casamento legal’, entende. Conversei muito com pessoas próximas e amigos mais chegados que acompanham a minha história com ela desde o inicio e me resolvi, quero me separar, só que junto com isso bateu um medo, não sei explicar direito, uma sensação de que estaria abandonando o meu filho. E eu não quero me separar dele! Sabe quando você se sente numa encruzilhada? Estou assim. Ele precisa de mim e eu dele, mas então o que fazer? Me ajuda Ana! O que eu faço? Abração.”

Nota: o leitor X me autorizou a publicação da sua história desde que o seu nome fosse preservado.

Caro leitor X, agradeço por me confiar tua história e também por autorizar sua publicação. Bem, este medo e esta sensação de abandono ao filho são respostas (iniciais) emocionais naturais de um sujeito que realmente é pai, isto é, aquele que desenvolveu o real vínculo afetivo com o seu filho.

Primeiramente é importante que você esteja bem resolvido quanto à separação. Posteriormente, é necessário e não menos importante que esta questão seja muito bem conversada e definida com a tua esposa. Certas vezes, quando há resistência da outra parte, faz-se valer a intervenção de um profissional a fim de auxiliar neste processo: “a posse, apego e resistência em não aceitar o desfecho por parte de um dos cônjuges, não significa apenas que está preso ou enfraquecido nessa relação, mas também que sempre soube da sua falha e do outro no dia a dia emocional; não desejar neste caso a separação é evitar o tornar público sua dificuldade histórica da troca” afirma o psicólogo Antônio Carlos de Araújo, especialista em terapia de casal.

Entendo tua preocupação em relação ao teu filho, e sugiro um bom esclarecimento, dentro, claro, do universo de uma criança de quatro anos, quanto a nova logística de funcionamento, de que ele terá duas casas – a do pai e a da mãe, uma nova rotina, etc. É essencial frisar junto ao filho que ele é muito amado e que esse amor continuará existindo, que a separação é dos pais e não dele.

Importante: conversar com o filho somente quando a questão da separação estiver bem resolvida entre o casal e sem envolver a criança, pois caso contrário, a tendência é, seja consciente ou inconscientemente, se utilizar dele em situações diversas (desde brigas até chantagens emocionais e as mulheres são craques nisso) para ‘atacar’ o parceiro, entende? Uma coisa é o casal, outra coisa são os pais. E em relação a guarda, que seja prioritário o que for melhor para o filho, e não para vocês.

Lembre-se que o teu filhote não será o primeiro e nem último a ter os pais separados, e com o passar do tempo a adaptação ocorrerá. Apenas observe com mais atenção o seu comportamento, se ele apresentará algum tipo de alteração. E lembre-se também que crianças são mega espertas, sacam muito bem quando há algo estranho no ar e os pais nem percebem. Portanto, pela saúde emocional do teu filho, vá em frente: pais infelizes que se aturam com a desculpa de que ‘ele ainda é pequeno e precisa da gente juntos’, filhos bemmmm problemáticos no futuro.

Grande abraço,

Ana Cruz – psicanalista 

57 thoughts on ““Quero me separar dela, mas penso no meu filho”

  1. Sou casada há 8 anos e temos 2 filhos de 2 e 7 anos. No início do ano, meu marido quis se separar com a desculpa de querer viver uma vida de solteiro, mas em menos de 1 mês estava namorando e depois descobri que ele já estava com essa mulher antes da nossa separação. Fiquei muito magoada e perdida. Não conseguia emprego, voltei a morar na casa da minha mae com meus filhos e ele lá, feliz da vida com a amante. Fiquei perseguindo ele, fazendo chantagem emocional, até que ele decidiu largar a amante e voltar pra família. Mas agora que eu consegui oq queria, não consigo encontrar paz. Ele diz que quer voltar, pq ainda me ama, mas não consigo acreditar. Não sei se volto ou nao. Me ajuda?

    1. Oi querida, tudo bem? De acordo com o teu relato, trata-se de uma competição, uma disputa infantil sobre o exercício de poder sobre o teu marido. Isso, com certeza, não é amor. Minha sugestão é, antes de tomar qualquer decisão, pergunte-se profundamente o que de fato deseja com ele. Boa sorte!

  2. Boa Tarde Ana,

    Sou casado a 23 anos, tenho 4 lindos filhos ( 21, 18, 17, 12 anos) a alguns anos nosso relacionamento se tornou somente uma amizade. Nos casamos muito cedo devido a gravidez da minha esposa e estamos juntos ate hoje. Acho ela uma das melhores pessoas que já conheci, sempre disposta a ajudar sem medir esforços, uma mãe exemplar e dedicada como esposa e mãe, mas acredito que o sentimento de homem e mulher acabou e tudo nos últimos anos se resumem em brigas e ideias diferentes. Nunca faltamos o respeito um com outros com as palavras ou em agressões, mas sinto a cada dia que não sou feliz, sempre falta algo ou alguma coisa. O maior problema sera não estar junto dos meus filhos todos os dias, principalmente da minha filha mais nova que tenho certeza que vai sofrer bastante, pois, e muito apegada com os dois. Poderia me ajudar, pois, não sei que atitude tomar, não quero magoar meus filhos e nem minha esposa.

    1. Oi Martins, tudo bem? Diante do teu relato, minha sugestão é: antes de tomar qualquer decisão, primeiramente, defina critérios, pois assim terá mais condição de proceder. E lembre-se também que para toda escolha há consequências e que é impossível agradar a todos ao mesmo tempo. Boa sorte! Abraço.

  3. Olá!
    Concordei perfeitamente com o teu texto, mas faço uma ressalva: e quando o filho único tem somente meses de idade e o temor do pai é de perder a convivência com o filho antes mesmo dele, o filho, o reconhecer conscientemente como pai?

  4. Boa noite me aconselhe vivo com meu marido a 5 anos mas já brigamos muito perdemos o respeito, eu desejo, almejo, e quero muito mesmo me separar mais toda vez que falo em separar ele não quer deixar eu levar minha filha o motivo DE eu estar com ele é simplesmente minha filha não sinto mais nada por ele nem desejo sexual Tenho raiva dele todo dia nos ofendemos nos agredimos com palavrão… o pior é Que não tenho emprego nem casa pra morar por isso ele faz o que quer de mim me sinto incapaz sem coragem pra acabar com tudo por conta da minha filha não sei mais a quem percorrer estou desesperada pois tenho outro filho de outro casamento ele É muito bruto com meu filho e joga tudo na minha cara por eu não conseguir um emprego enfim … estou muito mal mais existe um pouco de força em mim pelos meus filhos não sei mais o que fazer.

  5. Boa noite! Sou casado e temos dois filhos, um com 12 e o outro com 04 anos. Estou num segundo casamento há 13 anos, após mais de dez anos de viuvez (fiquei viúvo aos 29 anos e não tivemos filho).
    Amo minha mulher, vejo nela muitas virtudes que me encantam, como a fibra, a organização, a habilidade de ser uma ótima mãe e sempre preocupada com o bem estar de toda a família. No entanto, como nada é perfeito, tem uma veia terrivelmente autoritária que na maioria das vezes consigo driblar, quer seja abrindo mão por não ser algo que de fato faça tanta questão, quer porque acabe mostrando que não concordo e que, como determinada coisa refere-se apenas a um assunto meu (trabalho, por exemplo), farei conforme as minhas percepções (não sem isso receber o nome de turrão, etc) No entanto, quando em algo não se contempla o consenso, ela tende a definir como as coisas vão andar, me comunicando simplesmente como deverei proceder. Assim aconteceu ontem, em plenas antevésperas de Natal: havia ela me dito que não tolera os funcionários de nosso condomínio e que não iríamos dar nenhum valor no “Livro de Ouro” da portaria e, que no máximo iria dar uma lembrancinha para uma menina da portaria que se mostra mais agradável conosco. De, fato. a maioria das pessoas são mesmo debochadas, materialistas e já, mais de uma vez, se mostraram falsas e fuxiqueiras. Mas não todos. Como desde que me entendo por gente tento, no final do ano, deixar algum valor no livro que para eles é tão importante e não considerando que R$ 100 fosse me trazer nenhum impacto financeiro ruim comuniquei à ela dizendo: “saiu meu pagamento e resolvi deixar R$ 100 no livro da portaria. Ah, pra quê??? Aos gritos e na frente de nossos dois filhos gritou aos quatro cantos que eu “estava fazendo aquilo para sair de bonzinho” e que eu deveria ter avisado à ela para que entrássemos em consenso. Só que o consenso dela é dizer: “essas pessoas me fazem mal e não daremos dinheiro nenhum” ! Assim ela funciona, quando digo que pretendo quitar as casas que conquistamos masque me sinto velho e desgastado de tanto trabalhar, não pretendo investir em nenhum outro móvel. Pra ela a resposta é: Não, vamos sim , vamos comprar outras casas pra garantia de nosso futuro. O que é interessante é que ela, por motivo de doenças e outros problemas precisou se afastar há anos da Odontologia e não trabalha há muitos anos, me ajudando, e muito, na administração da casa e organizando as finanças (quando deixo, rsrsr) bem melhor do que eu….No caso da fatídica doação à portaria argumentei: “você não quer dar por seus motivos, tudo bem, entendo, mas não vou deixar de fazer o que acho certo e que não tem porque te afetar em nada. Seus “problemas” com uns funcionários sem noção são seus e vc lida com eles como quiser e como costuma fazer, tipo: “que que tá olhando? “vai procurar o que fazer!”, isso quando um bando de fofoqueiras se planta defronte nossa janela ou quando uma faxineira passa rindo entre os dentes. Embora ache deplorável esse comportamento deles, não sou obrigado a lidar do mesmo jeito, me permitindo literalmente ignorá-los. Só não acho que tenha que punir uns pela antipatia de uma maioria. Na minha concepção, eles todos que peguem essa verbazinha e comprem meia dúzia de rabanadas e sejam felizes como queiram ser: bebendo, sendo maledicentes, fofoqueiros… A mim, não me atingem em nada, mal sei o nome das figuras… Ato contínuo, como já é marca registrada entrou num choro convulsivo, como se alguém houvesse lhe desrespeitado profundamente e como não houvesse relevância nenhuma o fato de sermos um casal que pensa em muitas vezes diferentes. Disse-lhe, que não há possibilidade de em 100% ocorrer consenso e que num casamento é precisa sabre respeitar as opiniões opostas. ….Infelizmente, no entanto, ela repetiu pela segunda vez uma ofensa que me fez sofrer muito há alguns meses me chamando de babaca na frente dos meus dois filhos…É que há poucos meses, resolvi lidar com os órgãos competentes com um vizinho encrenqueiro que ,sem noção, queria impedir que construíssemos um cômodo acima de nossa churrasqueira com a desculpa de que eu iria tirar a visão lateral da casa dele. Como procurei meu advogado, arquiteto experiente e lemos e relemos os códigos da prefeitura, vimos que temos razão e não tínhamos que recuar em nada do que ele insistia em exigir. Tudo está caminhando, ainda que devagar, mas está. Dessa vez que , na frente do meu filho mais velho me xingou de “frouxo”…….. o Mais importante disso tudo é que piorou muito nossa vida sexual, pois, além de outros problemas, vinha usando uma medicação que me diminuiu a libido, além de ter voltado a morrer de medo de contaminá-la por eu ter voltado a apresentar algumas lesões condilomatosas, Desenvolvi repulsa estranhíssima para com ela na hora de termos sexo.Sou médico e já me tratei cauterizando as lesões (e ela sabe, pois sabe que elas podem retornar em momentos de estrese aumentado). suspendi também a medicação que diminuiu minha libido… Mas, por dificuldade minha o que mais está me fazendo me afastar dela na cama é o “fantasma” de sua voz me chamando de “frouxo” e agora o fato de ter me chamado de babaca na frente de meus filhos foi demais! Da minha parte, me considero responsável pois poderia ter uma reação mais ágil e, ainda que sem violência (física, pelo menos), já que já se iniciou o desrespeito gostaria de ter o perfil de dizer: ” frouxo é a pqp!!! Talvez fosse mais agressivo, mas quem sabe freasse essa segunda ofensa?… Estou tão magoado que não tenho desejo nem de encarar seu rosto. Quando me desequilibro. saio de mim, grito muito.Infelizmente, quando ela disse que não queria ver minha cara, gesticulei em alto e bom tom, cientificando-a que eu também não e deixei nas entrelinhas, em respeito à meus filhos, qual é o principal motivo de eu estar a evitando.
    Não sou santo, mas vivo para minha família, me desembaraço com certa desenvoltura das investidas femininas que vez por outra recebo, inclusive pedindo ajuda dela, pois almejo, manter a família que tanto sonhei imune às traições corriqueiras dessa vida louca e moderna.
    Tenho apenas 49 anos (e ela 39 anos), mas vivo momento difícil de minha vida aguardando resultado de exames que podem me diagnosticar com uma terrível doença neurológica que acarreta inúmeras pessoas da minha família, uma síndrome demencial que se inicia de forma precoce. Tenho parentes relativamente pouco mais velhos que eu e tenho tido quadro clínico preocupante. Trabalho já há mais de 01 ano 7x/sem e aí quando. mesmo cansado, com medo dos resultados dos exames, sinto que minha libido está retornando, que as lesões de condiloma já se foram, ela vem com esse novo insulto na frente dos meus filhos?? Infelizmente sei que estou meio desequilibrado mas sei que não tolerarei isso. Por mais que me doa sei que não haverá uma terceira vez. Sei que que sofrerei demais de me separar de alguém que amo e respeito e me desespero só de pensar no impacto que isso poderá gerar em meus filhos, mas não serei eu mesmo se me acostumar com a mágoa desses desrespeitos. Nunca a insultei, embora quando nervoso, grite e me desequilibre, a faça chorar. Mas nunca a chamei de trouxa, babaca, frouxa, doente, frígida ou qualquer outro xingamento que lhe profundamnete humilhada. Se eu erro com ela, porque com certeza erro, ela não pensa em duas vezes em me dizer do que não gostou ou do que não está gostando. Aliás ela costuma fazer isso com todos, seja verbalizando, seja desenvolvendo uma imediata elasticidade de “bico” impossível de se passar desapercebida.Acho muito bom até, mas preciso de ajuda para demonstrar meus contentementos de uma forma o mais equilibrada possível e não arrastar como faço, semanas, meses e até anos. Pra alguns talvez sejam bobagens, mas preciso confessar que quando este perfil autoritário predomina me sinto muito mal, me lembro de uma péssima namorada que tive e, não tenho sabido lidar com essas humilhações..Pergunto, quantos do prédio, ainda que não amem de paixão colocarão algum donativo pros pobres (enjoeados ou não, antipáticos ou não) funcionários. Sei que sempre fiz isso desde solteiro, sei que minha sogra faz até hoje(mesmo tento uns porteiros que não são uma “Brastemp” com ela??) E quantos homens que minha mulher conhece, como seu pai, seu irmão ou sei lá qualquer um toleraria ser chamando de babaca, de frouxo na frente dos filhos pequenos??? O que justifica, numa época de festas, de estarmos juntos em família, só nos quatro, surgirem situações assim?? Reconheço que preciso de apoio, seja de um amigo imparcial,seja de um porfissional pois sei que quando me destempero, me descompenso não sou nem parecendo nenhum frouxo ou um babaca. Verbalizo, grito e esbravejo o suficiente para uma quadra então ouvir!! Perco o freio, esqueço que somos conhecidos de certa forma na cidade, esqueço de vizinhos. Mas e aí? Se nada surtir efeito? Se continuar sendo humilhado na frente de meus filhos, como antes jamais ocorria? Aposto que jamais ela imaginaria que meu motivo maior de não me aproximar dela na cama foi ter me chamado de frouxo. Ainda sou daquele tempo em que um homem, por mais pacífico que seja, por mais tolerante,por mais que queira concordar com a esposa naquilo que puder ser concordado, apenas para vê-la feliz, por mais que me preocupe com seu futuro, sua recuperação profissional, de querer vê-la bonita, bem vestida, na medida de nossas posses, não pode ser insultado pela esposa em sua masculinidade, principalmente na frente de outras e penso que a recíporca é verdadeira… “Frouxo” e agora “Babaca” pra outros podem ser bobagens, mas não estou lidando bem e temo que isso se torne hábito….Estou tão desequilibrado emocionalmente que até fico imaginando que não me ame mais e talvez por não me amar mais venha se comportando como não fazia antes. Temo que queira que surja uma situação extrema tipo “Maria da Penha” para haja uma separação. Confio em seu car[ater e não acredito que esteja com qualquer homem em mente, que queira me trair ou me esteja fazendo isso pra provocar uma separação…Então que estratégia é essa? Fazer tudo pra que eu não suporte mais e ela vítima ou não fique sem minha companhia??? Não consigo compreender.Não sei o que vai nos acontecer……Há algums meses meu filho mais velho me disse: “è por isso que meu avô disse que você faz qualquer m….que a mãe quer! Meu sogro falava ali em coisas materiais como um móvel, ppor exemplo, mas ,meu filho enfatizava em nossa conversa que eu deveria sustentar o quie acho certo (em termos gerias) e não deixa-lá 100% das vezes com a resolução final.Confesso que quase pirei com seu comentário. mas resolvi pedir que ficasse fora desses assuntos “de adulto”. Finalizou dizendo: ” Desculpa pai, mas acho que você está errado! Aquilo que você não concorda deve dizer a minha mãe!!”…..No fundo, lamento por estarmos passando por isso tudo, não gostaria de me separar pois a amo, à meus filhos e à família que construímos, mas não sei como poderão ser minhas reações daqui pra frente. No momento não estou querendo nem ouvir a voz dela, tampouco encará-la e vê-la como a vítima qu enão teve sua vontade satisfeita,.aquela que exige que eu participe das suas dificuldades pessoais em 100% das vezes (repito, não vou me trocar com porteiro ou faxineira mal educada ou sonsa), não bastando o que possa fazer pelo seu engrandecimento pessoal, profissional, espiritual.Sei que nesses tempos de loucura total, de trabalhar tanto, de só pensar em dormir nas poucas horas do dia que me sobram preciso lhe dar mais afeto, mais atenção, ouví-la mais ( e olha que quando ela começa, não para, rsrs), mas não posso admitir alguém que sempre se julga certa, amparada em todos os argumentos do mundo,atropelando e humilhando quem está ao seu lado.

  6. Boa noite! Não quero me identificar, mas gostaria de conselhos, ajuda pra tomar uma boa decisão. Minha mulher mora há muitos anos longe de mim, devido a toda a situação que nos impediu de estar juntos. A história é longa e, não moramos juntos até hoje não por falta de vontade, mas fomos “impedidos” pela vida. Agora temos a condição, porém, eu que sempre fui atrás do relacionamento, hoje sinto que não estou mais tão certo. Temos uma filha de 8 anos fantástica e amável. Eu ainda gosto da minha mulher, mas sinto que estou com ela por causa da nossa filha. Não me desce a ideia de um dia minha filha ter um padrasto. Eu tenho muito ciúme. E comigo, sei que minha filha terá muitas oportunidades excelentes na vida. Se ela ficar com a mãe, essas oportunidades serão desperdiçadas. Como não consigo estar em casa fora do horário comercial e viajo com certa frequencia a trabalho, e morando neste país, seria “impossível” conseguir a guarda da minha filha. Estou perdido, não sei o que faço. Isso me machuca. Preciso de ajuda e creio que as razões principais são as citadas. Existem muitas outras, mas creio que as oportunidades pra minha filha e esse ciume que sinto são os principais razões de minha incerteza.

    1. Olá, acredito que o melhor caminho é buscar ajuda profissional para trabalhar em si mesmo determinadas questões. Ao que parece, a filha exerce uma função de disputa entre s pais. Por exemplo, como ela teria melhores oportunidades com um pai ausente? Reflita. Abraço!

  7. Olá Ana Cruz, estou vivendo exatamente o dilema do título desse seu post. Sou um pai muito presente, estou juntado com a mãe de nossa filha desde que descobrimos a gravidez, antes só namorávamos. Enfim, tenho muito medo de me afastar da nossa filhota, mas confesso que eu e a mãe dela já estamos lapidando uma relação de amizade, mesmo ainda morando juntos. Essa é a questão, queria muito me separar e manter essa amizade com ela, ser presente na vida de nossa filha, mas acho que ambos tem coragem de falar: “Quero me separar, ou vamos nos separar??” M e tira uma duvida: existe alguma idade em que a criança sofre menor impacto??? Nossa filha tem apenas 1 ano e por muitas vezes acho que ela sofreria menos se nos separássemos o quanto antes. Me ajuda ai com seus conhecimentos profissionais. Obrigado

  8. Olá,
    meu caso é bem complicado, estou casado a 4 anos, temos um filho de 2 anos, eu e ela já perdemos o respeito, o amor acabou faz tempo, nem conversamos mais em casa, só o necessário, nesse tempo de casamento, nos agredimos várias vezes, e vivemos o verdadeiro inferno.
    Penso em me separar a muito tempo, ja saí de casa umas 10 vezes, mas voltei, a maioria delas por saudades do meu filho. Não suporto mais estar com ela, ela me faz tanto mau psicologicamente que muitas vezes penso que vou ter um ataque fulminante, mas em contrapartida, eu penso no nosso filho, ela não tem familiares, somos só nos 3 aqui, ela trabalha no período noturno, e isso implica bastante, pois se eu me separar, irei morar em outra cidade e meu filho terá que dormir na casa de outras pessoas quando ela for trabalhar, e isso me preocupa muitooo. me sinto culpado.
    p.s: estou em liberdade provisória, pois fiquei preso 2 dias, ela chamou a polícia numa ocasião em que brigamos. e fui preso.
    obrigado, abraços

    1. Oi Gomes, toda separação é delicada e não existe fórmulas mágicas. Uma criança necessita de um ambiente, no mínimo, de respeito, pois do contrário pode gerar transtornos psicológicos. Acredito que vocês dois necessitam de ajuda profissional para encontrar o melhor caminho. Abraço.

  9. sou ozana tenho 20 anos me casei mto nova hoje tenho 2 filhos q Sao a razao da minha Vida mais eu quero me separar nao aguento mais qualquer discussao ele joga na minha cara q eu nao sou ninguem meus filhos um d 1e 9 meses o outro d 5 anos eles nao fica sem o pai eu tenho mta vontade d ir embora minhas coisas ja estao arrumadas mais sempre olho meus filhos e penso eles Sao pequenos e vao sofrer mto e capaz ate d ficar doente sabe o q eu fasso to disesperada
    nao suporto ele me tocar querer ter relacoes com ele
    ele e gente boa mais pra mim ja deu
    Quero ficar sozinha mais meus filhos
    nao sei o q fazer me ajuda

  10. Ola, meu nome é Suanne tenho 18 anos, e estou em uma união estável com meu atual marido ha exato 3 meses.
    Ele no entanto teve ha 10 anos atrás um casamento com sua ex mulher, que portanto tiveram uma filha, e ambos tem um ano de separação.
    Sou nova, estou na minha segunda União estável, mas tenho medo que ele possa voltar pra ela. Oque eu faço?
    Ela faz chantagem com ele e tudo mas, mas ela diz que não quer mas nada com ele.
    Eu nunca proibi ele de ir ver a criança( apesar de ele ir praticamente todas ir todas as noites na casa dela).
    Eu tenho muito medo de que eles posam voltar um dia mas ele diz que não quer mas ela,
    Bom espero que alguém possa me aconselhar.

  11. Nesse momento passo pelo mesmo caso….sou casada a 10 anos tenho uma filha de 8 anos e 1 menino bebe de 10 meses….meu caso é q caiu na rotina o casamento e não tenho mais amor pelo meu esposo …temos uma boa convivência mas não amor mais da minha parte….Sim quero mi separar tbm pq não acho justo estar nesse casamento não o amando mais….Mas tem os meus filhos ele é um paizão sempre diz q não se separa das crianças e ainda se separarmos estaremos em cidade diferente e sera mais um motivo da separação com as crianças…nao abro mão de estar com meu filhos mas sei q ele tem os direitos dele tbm….resumindo não mi separo pelas crianças…mas sei q devo pensar em mim tbm….e sei q não vai ser nada fácil se caso vim a separação pois da parte dele ainda existe o amor …mi sinto sem saída….brigada pela atenção e aguardo um conselho.

    1. Oi Bruna! A impressão que tu me passas é de que tu não te separas por falta de coragem, e não pelas crianças propriamente dito. Separações, geralmente, são bem dolorosas, no entanto não há soluções ‘perfeitas’. A figura paterna deve continuar existindo, independente do casal. Pense nisso. Bjs 🙂

  12. Ola Ana boa noite !
    estava fazendo uma pesquisa e encontrei esses relatos todos.
    Eu estou passando por uma situação muito desagradavel.
    Sou casado a 19 anos faz hj, e a muito tempo des dos 2 anos de casados temos brigas e ficamos sem nos tocarmos, o tempo foi passando e com cinco anos de casados nasceu a nossa filha e fomos levando, minha esposa ja passou por algumas coisas com a familia dela, tipo perdeu o pai com 8 anos, a mãe era esquisofrenica e se suicidou a uns 4 anos , ela perdeu os avós que eram proximos , agora a familia dela so e a tia, tio, irmão, a filha e eu.
    Mais o nosso casamento so veio afundando , ela e uma boa pessoa trabalhadeira , so que era e é ainda muito nervosa, tudo crita, perde a paciência rapido e isso tudo ela descontava na nossa filha e em mim, mais eu me defendia e a pequena não pudia falar nada , então eu que tinha que a defender e ai as brigas aumentava e eu ficava uns dias sem falar com ela e nem a procurava.
    Eu sou muito agarrado com nossa filha e ela comigo .
    E meu desejo sexual por minha esposa foi embora a ponto de eu ficar um mês sem a procura_la e ela me precionando.
    Ela passou a frenquenta uma igreja evangelica mais eu não sou , ela ficou meio fanatíca e eu nao a proibo de nada.Mais meu amor foi acabando aos pouco e hj nao sinto mais por ela.
    Sabe quando um casal vai para cama fazer sexo e não amor e horrivel isso.
    A uns 9 messes conheci uma pessoa que me completa e eu a ela estou em uma situação de sinuca de bico sem saida.
    Quero me separa mais estou sem coragem, nesses 19 anos construimos muitas coisas juntos mais o amor q e bom foi embora.
    Um dia desses minha pequena passou mal e ficou internada e eu fiquei me sentindo culpado não sei porque mais fiquei, e eu mau tocava ou falava com minha esposa, e ela estava sentindo que eu estava distante , e ai a tia dela ficou no hospital com nossa filha e quando chegamos em casa ela feio conversar comigo eu não queria na quele estante mais a pressão foi muito grande e ai eu falei que queria me separar e ela ficou chorando não acreditando e ai começou a falar varias coisas.
    A nossa filha, a nossa casa tudo que construimos, e que me amava e que não acreditava que eu não a amava mais e ai foi um inferno não me deixou dormir a noite toda.
    Eu ja estava no limite e ai eu disse me dar um tempo para pensar e ai ela sussegou um pouco.
    Ai nossa filha saiu do hospital e ela mirou em mim, disse que iria lutar pelo nosso amor essas coisas, eu ate tentei mais a cada vez que a olho me dar uma sensação esquecita, não me dar vontade de ficar abraçado e nem muito perto me sinto sufocado.
    Me ajuda por favor , abraço .

    1. Oi Anderson! Entendo a tua situação. No entanto, a coragem que tu desejas para concretizar a separação é algo que deve ser construído. Não há fórmulas mágicas, e nem isenção de sofrimento, toda e qualquer escolha gera consequências, entende? Talvez fosse interessante buscar um profissional para auxiliá-los neste momento de separação. Abraço!

  13. O meu conselho é não se separar mas pedir a Deus que o casal se compreenda ter fé muita fé . Em primeiro lugar a separação e uma das coisas mais terríveis mesmo que voltem a ter outro relacionamento nunca vai ser por amor e uma questão de conforto. O filho nunca mais vai ser uma criança bem com ela própria porque vai ter sempre uma frustração mais tarde vai ser um adulto com problemas. Falo isso por experiência própria

  14. Oi Ana tenho duas filhas de 5 e 1 ano e minha relação com minha esposa não está bem a muito tempo..
    Não temos relação a mais de um ano e dormimos em quartos separados..
    Não temos diálogo algum e não suporto mais essa situação mas tenho medo de abandonar minhas filhas.
    Estou gostando de outra pessoa e o que me prende a minha esposa são minhas filhas.
    Não sei o que fazer….
    Se continuo com essa relação sem sentimento algum por causa das filhas ou vivo um novo amor mas com sentimento de ter abandonado as crianças.Oi Ana tenho duas filhas de 5 e 1 ano e minha relação com minha esposa não está bem a muito tempo..
    Não temos relação a mais de um ano e dormimos em quartos separados..
    Não temos diálogo algum e não suporto mais essa situação mas tenho medo de abandonar minhas filhas.
    Estou gostando de outra pessoa e o que me prende a minha esposa são minhas filhas.
    Não sei o que fazer….
    Se continuo com essa relação sem sentimento algum por causa das filhas ou vivo um novo amor mas com sentimento de ter abandonado as crianças.

    1. Oi Marcos! Bem, de acordo com o teu relato, me parece que tu já sabes o que fazer – separar-se, mas (em hipótese) está se sabotando (evitando de vivenciar um novo amor). Assim, o resultado desta sabotagem seria esta sensação de abandono das filhas. Sugiro buscar ajuda profissional para entender o que de se fato está acontecendo no teu mundo interior. Grande abraço!

  15. Anderson, Você é um cara muito sincero e honesto. Deus nos dá o melhor caminho para que possamos sobreviver e seguir em frente. O mundo não é só no que está a teu redor. Qualquer Juiz lhe dará o que a justiça prima. Não se prive no que está próximo. Se a criança te ama. Vá em frente, lute pelo que voçe ama. Existem várias mulheres neste mundo. Onde fosse parar?. Se tua história é real. Cai fora antes que te consuma.

  16. Ana assim como muitos dos comentários , dessa tag, venho me abrir e tentar uma ajudá na minha decisão, tenho um filho de 9 meses, estou casado a 3 anos e não acredito q exista amor dentro de mim pela minha esposa… Ela com 26 anos é dois anos mais velha que eu, porém parece ser a criança da história, ela não sabe administrar nem o leite do meu bebê, tudo q temos, foi planejado por mim , quebrei a cabeça de como fazer pra ter oq temos…. Acredito em um possível distúrbio mental, alguma coisa ela tem, não sabe ver hrs em relógio analógico, terminou os estudos com dois anos de reprovação, onde não foi por bagunça, porque ela é super na dela, não tem amigas, não se abre em uma conversa nas rodas de amigos , de verdade estou pensando em leva-la pra uma consulta com uma psicóloga, tenho medo de me separar, meu baby tá muito lindo e envolvido comigo e com ela, deixa eu expor mais um pouco da minha indignação, eu faço a barra das minhas calças, falando nisso um último adendo q ainda não foi resolvido, o protetor de berço descusturou, ela disse q iria arrumar e estamos na terceira semana do ocorrido e ela só colocou um ALFINETE! Ela não trabalha, só vive pra cuidar do meu baby. Dorme mais q tudo. Indignado 100%

    1. Oi Gabriel! De acordo com o teu relato, acredito que vocês dois precisam de auxílio profissional, por razões individuais. Tu para se compreender melhor o que é exatamente este medo de se separar e se este é o teu real desejo, e ela para se verificar se há ou não algum transtorno que resulte neste perfil de comportamento. Grande abraço!

  17. Ola Ana. Neste exato momento estou passando por uma situação totalmente ruim, estou a dois anos com minha namorada e tivemos uma linda filha á 7 meses, moramos juntos , mas não estamos tendo relação alguma,não tenho um grande amor por ela não consigo construir um futuro ao lado dela , estou querendo terminar ,estou já determinado a isso, mais uma dor muito grande fala mais alto em meu coração; a dor de ficar longe da minha filha, mesmo sabendo que verei ela umas duas vezes na semana e um final de semana sim outro não, estou com uma dor no peito enorme . oque você poderia dizer para abrir minha cabeça e acalmar esta dor , eu tenho 26 anos, ela tem 35 anos .

    1. Oi Diego! Esta dor que tu relatas é normal e faz parte deste processo de separação. Esta primeira fase é a mais dolorosa. É importante buscares recursos alternativos para manteres o equilíbrio necessário neste momento de adaptação. Abraço.

  18. Olá, tenho 18 anos e estou com uma pessoa á 6 anos.
    Bom, meu relacionamento esta muito conturbado desde quando dedcobri que estava gravida, meu marido é “filho unico” e a eu e a mãe dele não nos falamos pelo simples fato dela ter me difamado pra todos falando que : a filha que eu estava esperando nao era do filho dela”,”dizendo que minha filha é maldit*, desgracad* e outras coisas “,”que o filho dele assumiria uma crianca que nao é dele”,”que essa menina so estava vindo ao mundo para tomar o filho DELA.
    Desde entao quando ela falou estas coisas que foi antes do nascimento da minha filha eu nao olho na cara dela e tambem nao deixo ela ver minha filha. Meu marido defende ela de todas as formas, e acontrceu dele me trair depos do nascimento da minha filha e eu o perdoei .
    Mas agora nao tenho mais confianca , nao temos mas respeito um ao outro e ele nao aceita isso da mae dele nao ver a minha filha , eu quero me separar mas toda vez que eu vou falar de separacao não consigo falar se quer uma palavra, comeco a chorar .. Nao sei oq fazer ! Me ajuda por favor

  19. Oi, mim chamo Carlos.
    Estou pensando em mim separar, meu relacionamento se desgastou muito não sinto mais amor por ela, é uma pessoa difícil de conviver , é estressada não gosta de fazer as obrigações de dona de casa, se reclama de tudo, não trabalha, não quer sair, não lava nem as calcinhas que suja, quem lava nossa roupa é a mãe é aquele tipo de pessoa acomodada,.
    Temos um filho que completa 2 anos agora no final de agosto, não vivo sem meu filho penso muito nele, e como vai ser a vida dela com a mãe que não liga muito pra vida, dorme o dia todo.

  20. E quando a mae pra nao separar diz que caso eles se separem ela muda pra bom longe, ha algo que o pai possa fazer ?

    1. Oi Raquel! Neste caso trata-se de chantagem emocional, o que é crime. E uma mulher que assinala esta condição, emocionalmente falando, expõe por si só, no mínimo, desequilíbrio emocional. Abraço!

  21. Eu achei seu blog ate chorei lendo vários fatos reais.

    Eu to casada a 8 anos mim casei bem nova 15 anos hoje estou com 21 meu marido é mais velho que eu 8 ano ele tem 29.
    Bom vamos aos fatos ele é uma pessoa boa mais a algum tempo agente separou e depois de10 meses agente reatamos com 5 meses juntos de novo ele mim agrediu e eu caiu na besteira de desculpa-lo, dai começa meus arrependimentos ele é muito arrogante quando chamo para conversa sobre essas coisas tentando salvar nosso casamento ele parece fugir eu falo algo serio e ele fica com ironia mim sobe o sangue na cabeça falo para ele que não da certo que eu não to feliz ele diz que eu nunca estou feliz , eu quero separar mais não sei se é pena dele ficar so se é egoísmo meu mais tenho um filho de 5 anos que tenho pena de tirar de perto dele ja não sei oque fazer.

    1. Oi Andreza! Este cenário é bem delicado e também muito comum. Pelo teu relato não é possível saber o motivo pelo qual tu não te separas. No entanto, há uma criança em meio a esta guerra e que precisa de um ambiente de amor, carinho e equilíbrio. Pense bem. Grande abraço!

  22. Olá!
    Tenho muita história até chegar ao que vou falar.
    Tenho 2 anos de casado, no 5º dia, estava arrependido.
    Quero me separar, já não suporto mais a mulher e sua maninhas, as atitudes me incomodam. Só em deixar migalhas na cozinha, já é o bastante para me irritar por dentro, em pensamento. O pó de café derramado na pia já está ha uma semana. Chegar cansado em casa depois do trabalho, a primeira coisa que queria era pelo menos um café.
    No entanto fico comedo do arrependimento, tantas vezes que sai de casa e por insistência eu retornava. Não gosto de ficar só. Além do desespero e das cenas feita por ela.
    Piora quando está com raiva e parte para me agredir. É tão fácil para mim, escutar o fim de um relacionamento, mas é tão difícil eu terminar.
    Ela quer toda a atenção, não quer ir junto para as minhas atividades, porém fica irritada quando vou.
    Quer sair, mas quando chamo para ir da um passeio no bairro não quer.
    Quando resolvi terminar, veio uma noticia dela – “estou grávida”, pelas contas, já vai fazer 2 meses.
    Puts, minha coragem foi para o lixo, fui levando com a barriga.
    Meu sentimentos por ela: Não me importo com a data de casamento, a data dos dias dos namorados, a data de quando começamos a namorar, nem me importo com o aniversário dela. Quando está doente, também não me preocupo. Digo para ela tomar remédio.
    Tento ser uma pessoa amável, tento olhar com olhos de amor, não dar.
    Faltando 1 mês para a minha filha nascer, sai de casa e fui para casa de minha mãe.
    Ela começou a me questionar e a brigar, ela falou em divórcio e confirmei que queria também. Ela veio me agredir, com raiva, se batendo, se mordendo.
    E evitando um mal maior como, prejudicar o bebe, ela sentir mal, ao tentar me agredir eu por defesa bater nela, apesar de ser muito calmo, não sei o meu limite.
    Ela me cobra quando irei da entrada no divórcio, então me bate o medo de ficar longe de minha filha, de não ver o crescimento dela, dela não fica apegada a mim.

    O que faço?

    1. Oi Ronaldo! Tu mesmo já respondeu a pergunta, está no teu comentário quando dizes “Não gosto de ficar só.”. Diante deste desejo, tu suportas o insuportável, aliás, ambos. E vocês dois encontraram um meio, ainda que inconsciente, de manter este vínculo doentio, um filho. Ao que parece, não se trata do medo de ficar longe da filha propriamente dito, e sim, de quebrar de vez este cenário medonho que se construiu, sair da zona de conforto e viver o novo. Questione-se até que ponto dentro de si há verdadeiramente a vontade de ser pai. Porque se assim for, pela saúde psicoemocional desta criança, talvez o melhor caminho seja o do divórcio. Grande abraço!

  23. Bom dia ana,minha história é de sofrimento, dor e de impotencia! meu coração é mole e fraco, minhas atitudes são mais fracas ainda, vejo a minha vida passar e ficar para trás nem nada acontecer de vibrante, será que vim a esse mundo de passagem apenas para sofrer e mais nada.? queria ser forte igual meu irmão, mulheres com ele não tem vez, pisou na bola com ele ou não deu certo ele separa e vai pra outra, conheci minha esposa ela tinha 15 anos, e eu 19 começamos a namorar e como costume de igreja evangélica nos casamos rápido, juras de amor, carinhos, sexo bom… e com muita frequencia, tudo sempre foi bom no inicio! eu trabalhava na empresa da minha familia, tinha dinheiro, nós tinhamos uma vida estavel, mas ela sempre dizia que eu ficava sempre na barra da saia deles, o tempo foi passando, mudei de emprego e ela também arrumou um emprego, com o tempo vi que ela começou a mudar, na verdade era a mesma pessoa, mas eu não via isso nela antes por estar apaixonado e por achar que isso ia mudar, que ela iria amadurecer, não gostava de cozinhar, era só lanche e pizzas, dormia até tarde, só andava arrumada, etc… me negava sexo as vezes, e eu percebi que tinha algo errado, enfim ela tava me traindo com meu vizinho, um cara que eu tinha como amigo, eram amantes havia quase 1 ano, eu ia trabalhar e ele entrava em casa, as vezes eu ia dormir cansado de um dia de serviço, lutando para agente crescer na vida, poder viajar para os eua que eram nosso sonhos, lutando dia a dia! e mesmo eu em casa no quarto dormindo a noite ele entrava em casa e me trainham no quintal, por sorte ou por Deus eu não o peguei na hora se não acho que nao estaria aqui neste momento, estaria cumprindo pena! depois da separação que agente fica sabendo das verdades , no emprego dela, me disseram que ela nem parecia uma mulher casada, dava lado para todo mundo! ficou com um amigo dela que tinha namorada, um amigo de serviço, descobri também que ela saiu com o noivo da prima dela, prima essa que considerava minha esposa, como irmã. Essa prima dela confiava dela e gostava muito dela, descobri que nesse tempo de casada comigo, ela tinha um outro caso virtual, no mato grosso quando ela chegou em mim e disse que ia embora, que mesmo eu a perdoando e tentando de novo, ela nao me amava mais e que iria embora, ela foi pro mato grosso, ficou casada com o cara por 4 meses, engravidou de um menino o cara nao quis ficar com ela e meteu o pé na bunda dela, ela quebrou a cara e voltou pra nossoa cidade, neste tempo voltamos a conversar e tive uma recaida e voltamos,nao sei porque que eu quiz tentar, eu levava ela ao hospital, ao pré natal, e isso tudo escondido da minha familia, porque eles não aceitavam o que ela tinha feito comigo, quando ela foi ganhar o bebe, ela me ligou de madrugada, peguei o carro fui acompanhando a ambulancia, fiquei com ela até o bebe dela nascer, resolvemos voltar, comprei tudo moveis etc, e fomos morar juntos, hoje o menino dela tem 1 ano e 6 meses, e me adora, é um grude comigo, e eu o amo como se fosse meu filho de sangue, chego do trabalho e ele fica louco de alegria! hoje tenho 31 anos, e ela 26, vejo minha vida passar com medo e duvidas, sinto que nao a amo mais, estou com ela por um filho que nem é meu de sangue, mas meu coração é mole e amoroso, adoro o menino dela! ele me chama de papai, e cada dia que passa fico mais velho e ela muito nova ainda, derrepente ela pode chegar em mim e dizer olha,obrigado por tudo que vc fez comigo, mas nao quero mais, e ai minha vida vai ter se passado diante do meus olhos, e eu não fiz nada, outros sonhos, outros amores, as viagens que sempre sonhei etc! a unica coisa hoje que me dão alegria são o filho dela e minha empresa, que está indo bem! a minha convivencia com ela não vai bem, e meu sexo com ela está a cada dia mais ruim, sem libido ela não faz igual a outras mulheres, atissam o marido, faz coisas novas, ponha aquela roupa para homenagear o marido, fazer ele se sentir especial, mas com os amantes dela ela fazia, sei pq ela comprava lingirie com meu cartão e eu achava que era para mim! para nós! quero sua ajuda, você sabe analisar o que se passou numa história e chegar a uma conclusão pensada e imparcial! quero viver e sonhar mas nao sei o que faço ficar longe no pequeno dela vai ser dificil e ainda por cima, eu sendo padastro nao tenho direito algum,só se eu lutar na justiça para poder ver a criança! me ajuda

    1. Oi Anderson! Parabéns pela tua coragem em contar a tua história. Compreendo as tuas angústias, no entanto, diante da complexidade dos fatos, acredito que existam questões bem mais profundas que o influenciem. E para que eu possa analisar com a devida propriedade e ajudá-lo como precisas, só é possível através da terapia. Estou à disposição caso desejes marcar um horário. Abraço.

  24. Oi Ana ! Estou casado a 5 anos tenho uma filha de 3 anos , na suporto minha esposa , casei com ela até hoj não sei porque. Quero separar mas tenho pena dela e d abandonar minhá filha .oq faço? ?

    1. Oi Diekson! Bem, uma criança não necessita de piedade, e sim, de amor e saúde emocional dos seus cuidadores. Para que faças a tua escolha sugiro antes de mais nada definir um critério. E enquanto critério reflita qual caminho trará prejuízo e qual trará resultado. Grande abraço!

  25. Ana bom dia.
    Gostaria de uma orientação sua como profissional:
    Sou casado a quase trinta anos, tenho dois filhos um vai fazer 20, e ou 24 porém o de 20 não tem responsabilidade nenhum e já usou maconha e as andas com pessoas não confiáveis, tanto eu como a mãe ficamos o tempo monitorando seus passos .
    Só que meu casamento está válido a muito tempo, quero me divorciar dela pois não tem mais nada entre nós, nem amor nen respeito mútuo.
    Só que amo meus filhos, fico com medo da separação e a situação se agravar e me culparem por ter me separando.
    E um bom filho .mais como todo adolescente ele requer mais atenção que outro .
    O que fazer não, e ela também tem está noção.
    Só que não quero ser responsável por nada mais gostaria da viver a minha vida sem ela.

    1. Oi Amarildo! O medo faz parte de que o quadro do teu se agrave após uma possível separação é normal, no entanto, terás que fazer uma escolha. E se a separação acontecer tu continuarás tendo as tuas responsabilidades junto aos filhos. Para tomar uma decisão sugiro primeiramente definir um critério, geralmente eu sugiro o seguinte: frente a determinado caminho terei prejuízo ou resultado? Coloque na balança o que irá gerar mais resultado do que prejuízo e tome a sua decisão. Grande abraço.

  26. Olá Ana, sou casado há 8 anos e temos um filho de 1 ano! Tivemos muitas mudanças no ultimo ano, além de um filho, a crise financeira nos atingiu fortemente! Ela se tornou no ultimos meses uma pessoa insuportavel, briga comigo o tempo todo, me culpa por qualquer coisa! Não acredito em depressão pós parto! Acredito que a falta do dinheiro que antes era abundante, está afetando a relação, e nem tudo são um mar de rosas! Problemas minimos tomam uma proporção absurda! Tenho medo em me separar pois tenho dúvidas quanto a ela cuidar sozinha do nosso filho com seu temperamento histérico! Temos 2 pessoas que nos ajudam no dia a dia, eu ajudo muito a noite e mesmo assim ela diz que não tem condições de cuidar da criança, e que se nos separarmos ela vai levar nosso filho de qualquer jeito!

    1. Oi Alex! Não sei se é o caso da tua esposa, mas ainda que não acredite a depressão pós parto existe sim. Acredito que a o fator financeiro os atinja, no entanto, é importante salientar o quanto é necessário se buscar formas de se gerenciar esta fase de conflitos e não considero a separação o melhor caminho. Sugiro que se busque ajuda profissional, pois há uma criança no meio deste fogo cruzado. O casal precisa aprender a superar dificuldades, afinal, vcs são um time e não adversários. Abraço.

  27. Boa tarde. Me casei há um ano. Minha esposa depende totalmente de mim financeiramente, temos um filho de 6 meses. Não gosto da vida com ela, pois ela reclama de tudo, fala em morrer toda hora. Tenho muita pena de “abandoná-la”, a vejo como uma pobre coitada sem muita chance na vida. Não gosta de estudar. É uma boa pessoa, não queria vê-la sofrer. Sinto que estou atrasando minha vida ao lado dela. Mas ao mesmo tempo tenho muito dó, ela não merece sofrer e passar necessidade. Não sei o que fazer.

    1. Oi Roberto! Situação delicada. Considere a hipótese de que a tua esposa possa estar sofrendo de depressão pós parto. A ti sugiro que busque ajuda profissional para elucidar melhor estes teus sentimentos de piedade em relação a ela e atraso da tua vida, talvez existam outros fatores ofuscados. Reflexão: como estava o casamento antes do filho? Ambos o desejavam? Será que não se trata de um ato de ansiedade da tua parte considerar uma separação? Grande abraço!

  28. Olá, Ana!!
    Vou completar 9 anos casado em 06/2016, tenho uma filha e há momentos que desejo me separar, pois não há diálogo, nem carinho em meu casamento, apesar de minha esposa ser uma mulher de caráter e dedicada, quando tento conversar sobre nós e fazer- lhe algum carinho, sua resposta é afastar- se, isto me mata por dentro e sinto que todas as minhas tentativas de aproximação, são um fracasso, por isso tenho vontade de como se diz: chutar o pau da barraca e ir embora, porém, estou indeciso, não sei mais o que fazer. Gostaria de uma dica. Obrigado.

    1. Oi Michael! Talvez fosse interessante buscar ajuda profissional para, assim, tomar a decisão mais assertiva. Estou à disposição se quiseres marcar um horário e conversar. Grande abraço!

  29. Oi meu nome é Pedro, tenho 35 anos eu era casado a 8 anos, dessa relação tivemos um filho lindo Miguel de 6 anos. O problema é q não amava mais minha esposa, reclamava de tudo e resolvi separar . Ela voltou para a casa da mãe dela em Salvador e eu continuei morando em Recife. Não posso ve meu filho todo mês pois a viajem é muito cara, me sinto culpado por ter abandando meu filho. Eramos muito apegados um ao outro ele so dormia comigo!! hje, ele me ligou chorando dizendo que sente muito minha falta, tou arrasado!! Pensei ate em voltar minha ex mesmo não amando mais ela, só p ficar perto de meu filho!! Não suporto viver lonje dele. Minha ex quer voltar. O que eu faço? Me ajuda por favor!!!

    1. Oi Pedro! Primeiramente parabéns pela tua coragem em dividir a tua história! Bem, é um caso bem delicado. E de acordo com o teu relato, ao que me parece, a tua ex não quer voltar, e sim provar (seja para ela mesma ou para vc) de que está no controle, que tem o ‘poder’. Entendo o teu sofrimento, no entanto, não acredito que o melhor caminho seja fazer o jogo dela. Talvez seja interessante buscar alguma outra alternativa, por exemplo, mudar-se para a mesma cidade ou o mais próximo possível. Grande abraço e conte comigo!

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