ArabicEnglishFrenchPortugueseSpanish

Autor: Ana Cruz psicanalista

Sou psicanalista clínica, blogueira, mãe de cachorro, mulher do Elijah e apaixonada pelo comportamento humano. Não vivo sem música e um bom café preto. #psicanálise #comportamento #análise #terapia
COMUNICADO

COMUNICADO

Pessoal, é com alegria que comunico a todos o encerramento das minhas atividades no consultório de Porto Alegre. Sigo com meu escritório em #SãoPaulo.

Assim inicio uma nova etapa na minha vida, juntamente com o meu marido, dedicada a uma paixão pessoal que vem tomando forma: a #criminologia.

Aquele #bjdatitia especial de felicidade e inspiração para todo o meu público.

A gente continua se encontrando aqui no blog e também nas #redessociais.

Grande abraço,

Ana Cruz – psicanalista

Psicanalista explica a diferença entre neurose, psicose e perversão

Psicanalista explica a diferença entre neurose, psicose e perversão

O psicólogo e psicanalista Lucas Nápoli explica neste vídeo, de forma bem didática, a diferença entre neurose, psicose e perversão, segundo Freud e Lacan. Confira:

Aqui é um breve esclarecimento sobre as três estruturas clínicas em psicanálise direcionado ao público leigo a fim de se iniciar um passeio pelos caminhos da compreensão da psique humana.

Compartilhe conhecimento.

Grande abraço,

Ana Cruz – psicanalista

“Eu queria mudar”

“Eu queria mudar”

Esta é uma das questões que mais recebo pedidos de orientação através das minhas redes sociais. O desejo de mudança recai sobre os mais diversos aspectos: eu queria ser diferente, eu queria mudar de vida, eu queria mudar de emprego, eu queria mudar de casa, e por aí vai. É muito “eu queria mudar” para pouca atitude para tal propriamente dita.

Veja bem, quem queria alguma coisa está em algum lugar do espaço tempo que não onde realmente deveria estar: no hoje, aqui, agora. O discurso do “eu queria” é sumariamente acompanhado (ainda que implícito) de conformidade com o que se possui e ausência de esforço para se construir o novo. Geralmente é acompanhado de euforia (um estado emocional de grande excitação passageira).

Quem de fato deseja algo, para começar, pratica o discurso do “eu quero”. Mas não apenas isto. É desapegado do imediatismo. Possui os pés no chão. Consegue delinear com clareza o que deseja e define um trajeto para chegar até lá. Busca os recursos necessários. E o mais importante: apresenta, esforço, empenho e comprometimento.

Quem queria alguma coisa pode estar tranquilamente sentado na poltrona da zona de conforto, abraçado no vício da reclamação e lamentação, aguardando um milagre divino, mágica, piedade alheia, ou qualquer outro fator externo que não implique no seu envolvimento.

Sim, é perfeitamente possível mudar, transformar muita coisa, no entanto, absolutamente nada acontece se você não se esforçar para tal e de modo contínuo. O seu aqui e agora é resultado das suas escolhas. O seu aqui e agora pode ser diferente, porém, finalizações são necessárias para que novos começos aconteçam.

Pense nisso. E se não conseguir sozinho, não tenha vergonha de buscar ajuda profissional.

Grande abraço,
Ana Cruz – psicanalista